Não consigo escrever só porque sim. Quando escrevo, transcrevo sempre um turbilhão de sentimentos. o turbilhão que nessa fracção de segundo está a passar cá dentro. A trespassar. Cada palavra, cada frase, é recheada de algo profundo, tão profundo que talvez seja necessária a compreensão de outra mente perturbada.
Mas este é o meu ser, esta sou eu sem tirar nem por. Preenchida por uma torre de Babel de frases, palavras, letras... que podem desmoronar a qualquer momento.
Era aqui que eu não queria voltar.
Era aqui...
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